PET Biologia UFV

PET Biologia UFV
Programa de Educação Tutorial - Biologia UFV

domingo, 23 de abril de 2023

Resumo – Roda de conversa em inglês

No dia 15 de abril, sábado, durante a parte da manhã, ocorreu mais uma roda de conversa em inglês, atividade realizada entre os membros do grupo PET Biologia da UFV. Essa atividade tem o intuito de aprender e aprimorar o ouvir e falar da língua inglesa, visto que nos dias atuais, ser fluente nessa língua é algo bastante requerido no âmbito profissional 

Dessa vez, o grupo optou por uma prática diferente para a atividade. Os participantes se encontraram na casa do PET e assistiram juntos dois episódios da série “Love, Death & Robots da Netflix. Intitulados de: “Os três robôs” e “Boa caçada”, os episódios retratam críticas a alguns temas como: apocalipse, inteligência artificial, autômatos, colonização, entre outras problemáticas. Assim, os petianos comentaram e discorreram, em inglês, ao que foi assistido.  

A atividade é muito pertinente ao grupo, pois é criado um ambiente em que os membros se sentem mais à vontade para falar em inglês, já que entre os petianos alguns possuem um domínio da língua maior do que outros, portanto acabam se ajudando durante a realização e concluindo o objetivo do exercício praticado, que é justamente enriquecer essa segunda língua.






segunda-feira, 10 de abril de 2023

Resumo - Palestra Direito Ambiental

Ângela Rossi Casali


No dia 05 de abril de 2023, o grupo PET Biologia ofereceu mais uma palestra aberta ao público, que ocorreu no Edifício Chotaro Shimoya (ECS), sala 124, às 12:45. A palestra foi intitulada “Direito Ambiental: Avanços e Retrocessos” e foi ministrada pelo Prof. Edson Ferreira de Carvalho. O Dr. Edson é professor titular de Direito Ambiental e de Direitos Humanos na Universidade Federal de Viçosa.

Foi uma palestra muito enriquecedora para todos os alunos presentes, por tratar de temas essenciais, como a importância da preservação do meio ambiente. Como o professor brilhantemente ressaltou, “Sem água não existe vida na Terra” e ainda assim percebemos um grande descaso para com a natureza, observada por seres humanos que desmatam áreas que teoricamente são protegidas por lei, como as matas ciliares e as árvores próximas às nascentes de água.

O professor contou para os estudantes como foi a divisão de terras no território brasileiro desde a época do Brasil Colônia, quando ainda não havia nenhum tipo de preservação ambiental, e como isso acontece nos dias de hoje, onde muitas propriedades desrespeitam as leis ambientais brasileiras, que não são muito punitivas, permitindo que o desmatamento continue sem controle. Além disso, os alunos aprenderam sobre as Áreas de Preservação Permanentes (APPs), que na prática também não têm sido uma medida muito eficiente na conservação, por serem muitas vezes desrespeitadas pela população.

O Prof. Edson finalizou sua palestra ressaltando a todos os alunos a importância de manter hábitos constantes de leitura, pois é através da educação que nós jovens teremos todo o conhecimento necessário para garantir que no futuro, mudanças possam ser efetivadas em prol de um Brasil mais justo e com uma população mais consciente sobre a importância de preservar as nossas florestas, as nossas nascentes e a nossa biodiversidade.





quinta-feira, 30 de março de 2023

Resumo de atividade - Semana PET

Dos dias 20 a 26 de março de 2023 o PET Bio realizou mais uma edição da “Semana PET”, atividade destinada a dar boas vindas e apresentar o programa aos ingressantes nos cursos de biologia da Universidade Federal de Viçosa.  Nesta edição, a atividade contou com uma gincana que durou durante toda a semana, onde o participante que juntou mais pontos coletando imagens da logo do grupo espalhadas pelos prédios da biologia recebeu uma cesta de presentes. Além disso, houve também uma feira de doação de materiais, o “vale a pena ver de novo”, atividade na qual um ex-petiano reapresenta um seminário marcante, a escolhida da vez sendo Tandara Ketlyn Degobi Xavier, com o seminário “Fear of missing out (FOMO)”, um show de talentos aberto a participação do público e dois minicursos: “Identificação e Manejo de Serpentes” ministrado por Kevin Depieri Fagiani de Oliveira e que contou com 27 participantes “Astrobiologia para biólogos” ministrado pela ex-petiana Camila de Souza Vieira que contou com 14 participantes.

A semana PET de 2023 cumpriu seu objetivo de apresentar e aproximar o programa dos novos integrantes da graduação atraindo diversos participantes para as atividades ao longo da semana, de forma a tornar as atividades vindouras mais populares e agregando mais a vida pessoal e acadêmica de seus envolvidos.





Cartilhas de divulgação científica

Gostaríamos de compartilhar com vocês nossas cartilhas de divulgação científica, intitulada como "Ciência em Mãos"!!!!

Esse trabalho representa uma dedicação de vários grupos PET/Biologia espalhados pelo Brasil em difundir o conhecimento de diferentes áreas da Biologia de maneira divertida e didática. Esperamos que todos possam aproveitá-la e sintam-se a vontade para usar como material complementar.
Além disso ainda está por vir nossa 3º edição.


Link Cartilha 1 -https://drive.google.com/file/d/1gR0k3SvLI9M5pp6jNCV_wjm_b3-GgWw-/view

Link Cartilha 2 - https://drive.google.com/file/d/1c70PLQyzCyaOqOyv7j5U2_YdKcX-EsUp/view



quarta-feira, 22 de março de 2023

Tour com os calouros pela UFV

    No dia 17 de Março o grupo PET/Biologia realizou um pequeno passeio com os calouros do curso de Ciências Biológicas pelo Campus da Universidade Federal de Viçosa. Nesse momento de integração foi mostrado para os novos universitários os prédios importantes que serão utilizados ao longo do curso, explicando nomes e siglas para nortear e facilitar o início do período letivo. Durante a caminhada foi conversado também sobre alguns eventos, atividades e curiosidades que estão disponíveis na universidade e podem ser aproveitadas.
    A tour teve início no ECS (edifício Chotaro Shimoya), um dos principais prédios da biologia. Logo em seguida, o EBS (departamento de biologia animal)  foi visitado e diferenciado do CCB (departamento de biologia vegetal e bioquímica), já que são prédios conjugados e com a mesma entrada. O grupo visitou também o herbário e logo em seguida a casa do PET, onde foram convidados a utilizarem o espaço de forma mais ativa. Por último foram apresentados os pavilhões de aula e a biblioteca, finalizando com uma apresentação da semana PET e outras atividades do grupo.
    Mais que uma aproximação com as instalações da UFV, o passeio serviu também para apresentar melhor o grupo PET e seus integrantes. Por meio de perguntas e assuntos relevantes sobre a adaptação à nova rotina e respondendo dúvidas frequentes e comuns nessa nova etapa, os petianos conseguiram se aproximar e interagir melhor com os calouros, tudo isso enquanto andavam e eram apresentados aos espaços da universidade.

segunda-feira, 20 de março de 2023

Evento “Integra Calouros UFV”

Ângela Rossi Casali


    Na semana entre os dias 14 e 20 de março, ocorreu o evento “Integra Calouros”, composto por uma série de atividades promovidas pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), com o objetivo de recepcionar os novos estudantes que estão ingressando na instituição. O PET Biologia, que não poderia ficar de fora do evento, participou por meio de um estande no dia 17 de março, de 13 às 17 horas.


    Nesse evento, nós petianos tivemos a oportunidade de acolher os calouros dando importantes informações acerca do que é o PET, de modo que os novos estudantes pudessem conhecer o nosso grupo, e contamos sobre as atividades que nós realizamos: estágio, língua estrangeira, ciclo de seminários, discussões de livros, filmes, documentários, artigos, projetos de extensão, cursos de capacitação, organização de eventos, como minicursos, palestras, encontros regionais e nacionais, viagem técnica, entre diversas outras atividades. 


Nós entregamos panfletos para os estudantes e fizemos a divulgação da Semana PET, que acontecerá entre os dias 20 e 26 de março, convidando-os para participar da nossa gincana, do show de talentos, do vale a pena ver de novo, da feira de materiais e dos minicursos.


    Também houveram momentos de descontração e comemoração com os calouros, onde tiramos fotos dos estudantes segurando uma plaquinha escrito calourx, biologia e PET, e pintamos “BIO” na testa dos calouros. Foram momentos muito proveitosos para todos os estudantes, que permitiram conhecer os novos alunos de Ciências Biológicas e até mesmo integrar com os estudantes dos demais cursos, visto que haviam estandes de diversos cursos no local.






Livro "Fomos maus alunos"

    Em uma quarta-feira, dia 15/03/2022, o grupo se reuniu para realizar uma discussão a respeito do livro “Fomos maus alunos”, de autoria do jornalista Gilberto Dimenstein e do escritor Rubem Alves.
    Logo após o começo do diálogo, uma opinião recorrente entre os participantes era de que a leitura do livro foi muito prazerosa. Isso acontece porque o texto é uma transcrição de uma conversa que teve como interlocutores duas grandes personalidades brasileiras: o escritor Rubem Alves e o jornalista Gilberto Dimenstein. Dessa forma a leitura é de fácil compreensão e nos leva a imaginar que somos parte daquele momento. Durante a leitura você se sente como um amigo que estava no cômodo em que o evento acontece e foi agraciado com a oportunidade de observar dois grandes indivíduos compartilhando suas experiências pessoais, opiniões polêmicas e devaneios instigantes.
    O principal assunto da troca de ideias entre os dois foi a educação, um conceito extremamente relativo e visto por muitos no Brasil como a solução e ao mesmo tempo o problema. Eles destrincharam vários pontos e buscaram esmiuçar tudo que foi encontrado, sem medo de expressar suas opiniões que muitas vezes são completamente antagônicas ao senso comum. Uma das críticas foi a respeito da completa indiferença que as escolas costumam demonstrar frente ao conhecimento que os alunos adquirem fora da sala de aula. Não é possível fazer com que os alunos aprendam quando a individualidade deles é massacrada pela repetição de cronogramas que veem a todos como massas disformes prontas para serem moldadas idealmente. Cada um de nós é resultado de um processo complexo (denominado vida) que envolve as vivências compartilhadas com familiares, amigos e conhecidos. Ignorar esse ponto é ignorar um dos alicerces que fundamentam a ideia de uma educação libertadora.
Rubem e Gilberto também buscam colocar sob os holofotes toda a degradação causada pelos vestibulares. Detalhadamente e de forma extremamente didática eles explicam como esse mecanismo acaba prejudicando toda a educação brasileira. Pais, professores, escolas e, principalmente, alunos são vítimas de um sistema arcaico que continua sendo utilizado indiscriminadamente em nosso país.
    Em determinado trecho do livro o Rubem Alves afirma brincar que “os pais são os piores inimigos da educação, porque eles não estão muito interessados na educação”. Esse ponto foi levantado na discussão e levou o diálogo à importância da participação dos pais no processo educacional de seus filhos. Com o apoio das experiências pessoais de muitos petianos, conclui-se que essa participação pode ser negativa, positiva e até mesmo praticamente nula. Além disso, apesar das variadas experiências, não foi possível observar um padrão de resultado dentro do grupo. Integrantes que nunca obtiveram auxilio, que obtiveram ou que até mesmo eram agredidos pelos pais durante a realização das atividades receberam notas semelhantes na escola. Isso nos mostra que esse fator pode impactar nos resultados obtidos, mas não é determinante.
    Como resultado de tudo que foi levantado o grupo concluiu que a educação brasileira enfrenta problemas em diferentes esferas e é impossível culpabilizar apenas um responsável. Precisamos nos tornar bons profissionais capazes de desenvolver novas propostas de acordo com a realidade na qual estamos inseridos. Somente dessa forma podemos causar um impacto real na vida das pessoas e auxiliar na construção de uma sociedade cada vez mais humana.








segunda-feira, 13 de março de 2023

Documentário "A última floresta" e filme "Gattaca: A experiência genética"

    No dia 2 de março o grupo Pet- Biologia/ UFV se reuniu remotamente para discutir o filme ‘Gattaca: A experiência genética’ e o documentário ‘A última floresta' com a participação de 11 petianos e a tutora Mara.

    A discussão foi primeiramente dividida em duas partes, onde abordamos o filme e o documentário separadamente e logo após os dois foram debatidos em conjunto a fim de analisar se havia alguma correlação. A respeito do filme, o que mais chamou a atenção do grupo foi a determinação do personagem principal, Vincent, que ao ter o sonho de se tornar um astronauta faz uma série de procedimentos em busca do que era exigido pela sociedade em que vivia. Ao caracterizarmos tal aspecto como  um atributo positivo, fomos questionados a respeito do quão longe nós devemos ir atrás de um sonho já que, no filme, o personagem chega a fazer cirurgias e cometer crimes de falsificação para alcançar seu objetivo.
    O filme foi lançado no ano de 1997 e  promoveu, naquela época, uma visão futurista. Nós, do grupo pet, não concordamos que pode ser considerado mais já que o analisarmos os dias de hoje, podemos  perceber que em alguns laboratórios já acontece a manipulação da vida de embriões para que a criança nasça da forma mais ‘perfeita’ aos olhos dos médicos e de seus pais. O  filme critica muito bem isso ao mostrar que a determinação e esforço pode levar uma pessoa a lugares melhores do que a sua genética poderia especular. Para finalizar observamos também que há uma certa padronização quanto aos seres que haviam destaque no filme: brancos, altos, com cabelos lisos e as mesmas roupas, o que  nos revela o preconceito em torno de nossa sociedade.
    A respeito do documentário, foi dado enfoque a nas ameaça que tantos índios vêm sofrendo neste dias de hoje, com a mineração e a exploração praticada pelos garimpeiros, cada vez mais rios estão sendo poluídos, florestas vêm sendo desmatadas e animais estão morrendo por falta de abrigo e alimento. O documentário nos mostra a vivência, os costumes e a visão a respeito da vida da tribo Yanomami, um grupo indígena que hoje sobrevive nas fronteiras entre a Venezuela e o Brasil. Como já aprendido em outras discussões, percebemos que a ganância e o preconceito ao diferentes estão presentes na nossa sociedade e fere a vida  e a dignidade dos menos favorecidos.
    Ao final da discussão chegamos a conclusão que a diversidade para nós ainda é um tabu, aceitar aquele que é diferente e acreditar que existe sabedoria e capacidade neste ainda são coisas difíceis para nós, seres humanos.






terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Aviso de interrupção nas postagens do Blog

Para aqueles a quem possa interessar, avisamos que as postagens em nosso blog ficaram em hiato por tempo indetermiado. Continuamos com nossos trabalhos e postagens em nossas outras redes sociais (Facebook e Intagram). As postagens feitas aqui anteriormente permanecerão como um arquivo e memórias para nós. Agradecemos profundamente a todos que acompanharam nosso trabalho através desse blog e contamos com vocês para nos seguir em nossas redes sociais.

Todo fim é um novo começo.



segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Documentário "O dilema das redes"

    

    Na última sexta-feira (18/12), os membros do PET-Bio se reuniram para discutir o documentário “O dilema das redes”, lançado em setembro de 2020 pela Netflix. 

    “Se você não paga o produto, você É o produto.” Essa é uma das frases que ex-funcionários de grandes empresas como Google, Facebook e Twitter usam para resumir o mercado digital. Hoje, é frequente ouvir comentários sobre conversar com alguém acerca de determinado produto e, no dia seguinte, receber ofertas do item. Essa coleta indiscriminada de dados pessoais dos usuários das redes e o uso dessas informações têm se tornado o grande dilema da sociedade digital contemporânea. Por um lado, as redes sociais permitiram a aproximação de pessoas em diferentes partes do mundo, reduzindo significativamente as barreiras de comunicação; por outro lado, o sistema capitalista se aproveita do sucesso dessas ferramentas para explorar novas formas de mercado, em que o principal produto é a atenção do consumidor. 

    No documentário, um fato curioso é retratado: os únicos mercados que tratam seus clientes como “usuários” são o de drogas ilícitas e de redes sociais (aplicativos online, como um todo).             Essa semelhança não é uma coincidência, haja vista que, como dito anteriormente, o principal produto desse mercado digital é a atenção do usuário. Logo, quanto mais tempo este ficar diante das telas, melhor. E nesse processo, somos bombardeados de anúncios e propagandas de grandes empresas que buscam vender seus produtos, sejam eles físicos ou não. 

    Dessa forma, o documentário constata que o futuro da humanidade está nas mãos de poucas pessoas: dos que controlam os dados coletados. Ou melhor dizendo: nas mãos dos computadores e algoritmos que processam essas informações.

    Ao conversar sobre a inteligência artificial e uma possível revolução das máquinas e controle da humanidade por elas, o mais comum é pensar em robôs humanóides armados começando uma guerra física contra os humanos. Mas essa revolução é mais sutil do que pensamos, e já está acontecendo. Prova disso: O Facebook, Instagram e Twitter sabem mais sobre você do que você mesmo, e não é atoa que os “recomendados” na área de busca quase sempre condizem com o que queremos ver, apesar de nem mesmo nós sabermos o que queremos. Os algoritmos querem que fiquemos presos às telas, e nos coloca em contato com pessoas que pensam da mesma forma que nós, mesmo que seja através de fake news. 

    Os algoritmos querem que fiquemos presos às telas. E para isso, nos coloca em contato com notícias de quem pensa como nós. Se é verdade ou não, pouco importa. Quanto mais tempo conectado, mais lucro. 

    Tecnologia ou humanidade. O dilema das redes, certamente, será um dos principais fatores que definirá o futuro do homem




domingo, 20 de dezembro de 2020

Informativo digital 2020/2

 “Da Terra Metade: O nosso planeta luta pela vida”, esse é o nome do livro escrito por Edward O. Wilson, lançado em 2016, que deu origem à ideia de transformar metade do planeta em reserva ambiental.

A ideia tem sido levada cada vez mais a sério por ONGs e conservacionistas de todo o planeta, a fim de proteger a biodiversidade e frear o aquecimento global.

Os atuais estudos sobre a biodiversidade mundial tem revelado que não apenas as diversas espécies estão em risco de extinção, mas diversas funções do ecossistema também estão ameaçadas. Muitos cientistas temem que os danos à superfície Terrestre tenham sido tão significativos que o ecossistema global esteja próximo a um colapso.

Diversas organizações e países têm proposto grandes planos conservacionistas ao redor do globo, para realização até 2030.

São planos ambiciosos, uma vez que o apelo feito pela Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD) de 2010, não conseguiu ser concretizado.


Para saber mais, leia a notícia contida no link abaixo. 

https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-54841832





domingo, 13 de dezembro de 2020

Informativo digital 2020/2

 Petiano: Luís Guilherme Fonseca Oliveira

    A pandemia do novo coronavírus, que assola o mundo neste ano, ainda existe, por mais que algumas autoridades digam o contrário. Em muitos países, a COVID-19 foi controlada devido às medidas de distanciamento social, uso de máscaras e higiene frequente das mãos, mas autoridades de países como o Reino Unido informaram que o número de casos e óbito têm crescido.

    Sabe-se que a letalidade do vírus gira em torno dos 1%, mas essa não é a única consequência que o vírus traz. Por um lado, muitas pessoas que estão infectadas não sentem nenhum sintoma; por outro, existem aqueles que, ao serem contaminados, manifestam o vírus de forma grave, isto é, ficam muito doentes, a ponto de precisarem de respiradores e outros aparelhos médicos. Mas por que isso acontece? Estudos apontam que os genes têm grande importância nessa diferença de resposta imune, especialmente em relação às células “irritadas”.

Para saber mais sobre o assunto, acesse o link:

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-55293510


quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Seminário - Uma "aumizade" de longa data: a seleção artificial na domesticação e a evolução dessa convivência

 Petiano: Luís G. F. Oliveira

    Com a publicação do livro "A origem das espécies", em 1859, Charles Darwin revolucionou o estudo sobre a Evolução, a partir, primordialmente, do conceito de seleção natural, que se baseia na sobrevivência de indivíduos mais aptos ao ambiente.

    Em contrapartida, temos o processo de seleção artificial, que difere do anterior pela interferência humana, seja ela intencional ou não. Ao contrário do que muitos pensam, não há, necessariamente, o envolvimento da engenharia genética neste processo.

Fonte: Robert Hillman/Dreamstime.com

    Um exemplo de seleção artificial são os cães braquicefálicos, que possuem a cabeça “curta” e o focinho achatado. Esses animais possuem o sistema respiratório comprometido, proveniente de acasalamentos consanguíneos. Por isso, seria improvável que eles conseguissem sobreviver em um ambiente natural que exigisse uma respiração eficaz.

    Nos últimos dois séculos, a América do Norte e a Europa foram os pioneiros na criação dos pugs, boxers e buldogues (francês e inglês). A interferência humana, nesses casos, se deu por meio da seleção dos parceiros sexuais de uma mesma raça, a fim de manter um padrão estético de crânio pequeno. Esse nivelamento, para a humanidade, foi um sucesso. Para os pequenos, nem tanto.

Fonte: Pixabay

Uma visita ao passado

    A história da domesticação e seleção artificial de cães começa há cerca de 10 mil anos, quando se desenvolveu a agricultura (Revolução Neolítica). Com isso, o ser humano começou a se tornar sedentário e a relação homem-lobo (o ancestral dos cães) se estabeleceu.

    Estudos moleculares indicam que o cão como o conhecemos hoje é um descendente do lobo cinza e existem diversas teorias sobre como foi o primeiro contato dos homens com os lobos. Algumas delas sugerem que lobos menos medrosos teriam entrado em contato com grupos nômades, em busca de alimento. Os homens, então, perceberam que era vantajoso ter alguns desses animais por perto, pois a presença dos mesmos reduzia as chances de invasão por outros animais e afastavam outras tribos humanas.

Alexandre Jubran/Superinteressante

E hoje?

    Nos dias atuais, além do aperfeiçoamento das supostas primeiras funções que os cães desempenharam, nossos amigos caninos têm sido grandes ajudantes na melhora da qualidade de vida de muitos humanos. Eles podem ser utilizados, por exemplo, na área policial, em terapias e até mesmo como assistentes.

    Segurança: Com o treinamento apropriado, muitos cães têm importância significativa na área policial, devido ao seu olfato aguçado, inteligência e personalidade, particularmente, o pastor alemão, pastor belga e labrador retriever. Os cães policiais já são parte integrante de várias equipes policiais, atuando na busca por drogas, pessoas desaparecidas e até mesmo, fugitivos.

Foto por bantersnaps/Unsplash


Atividade, Educação e Terapia assistida por cães

    O uso de animais domésticos no tratamento de doentes teve início em 1792, na Inglaterra, tendo sido primeiramente proposto por Willian Tuke, que defendia o tratamento humanizado de pacientes com transtornos mentais. Isto lhe rendeu fama mundial.

    Hoje, com a Terapia Assistida por Animais (TAA), os cães têm sido usados como auxiliares no processo de reabilitação de pacientes.

    “O paciente sente um grande bem-estar com a presença dos cães [...]. Vemos benefícios físicos, mentais, emocionais e sociais. A presença dos animais aumenta a capacidade motora, melhora o sistema imunológico, diminui os sintomas da depressão, reduz a ansiedade e baixa a pressão sanguínea. [...] Podemos dizer que o animal é uma grande fonte de prazer que movimenta os hormônios do bem" - Roberta Araújo, coordenadora do projeto "Pêlo Próximo”, que atua no Rio de Janeiro com enfoque na "Cachorro terapia”

Projeto “Pêlo Próximo” - Divulgação

Cães assistentes

    Os cães assistentes são aqueles que possuem personalidade ideal (dóceis, calmos) para auxiliar o dono, que, geralmente, possui alguma deficiência física ou motora. São divididos de acordo com a função que exercem:

    Cães de serviço: auxiliam as pessoas com deficiência física ou algum tipo necessidade especial e recebem diferentes treinamentos, de acordo com a necessidade do dono.

    Os cães para autistas, por exemplo, são treinados para reconhecer e interromper comportamentos auto prejudiciais e colapsos emocionais, tais como crises de ansiedade e de agitação. Nesses casos, o contato do cão com a criança ou adulto atua como calmante.

    Já os cães para diabéticos avisam quando há grandes variações do índice glicêmico, através do cheiro que a pessoa exala.

    Cães guias: auxiliam os donos cegos em aspectos relacionados à mobilidade, segurança e independência.

    Cães ouvintes: ajudam na identificação de sons (telefone, campainha, alarmes) e avisam, por contato físico, a pessoa com deficiência auditiva.

Cão-guia. Foto por Henrique Almeida-UFSC

Cão-ouvinte. Foto: Centro de Adestramento Canino

Vale da Neblina / Facebook

Um projeto bom pra cachorro!

    O Cão Inclusão é um projeto brasileiro, ainda pouco conhecido, que atua no treinamento e disponibilização de cães assistentes, com foco em cães de serviço para cadeirantes.

    Para saber mais sobre esse projeto incrível, basta acessar o site: caoinclusao.com.br

 


Um outro ponto de vista

    Para os cães de pequeno porte, contudo, a relação homem-cão nem sempre é vantajosa, pois, nesse caso, o comércio de cães tem como principal atrativo a “aparência” e, para conseguir manter o padrão racial, normalmente, são realizados acasalamentos consanguíneos. Esse tipo de cruzamento possui consequências graves para a saúde dos cães, já que a prevalência de doenças genética pode ser superior a 50%.

    Cães de pequeno porte e, em especial, os que sofrem de nanismo, têm dificuldade em realizar atividades físicas e são mais propensos a fraturas, além de sofrerem, muitas vezes, de doenças internas, como pancreatite, o que afeta diretamente a qualidade de vida dos mesmos, alterando aspectos comportamentais.

    Os braquicefálicos, como exemplificado inicialmente, são acometidos por problemas respiratórios. Com isso, a expectativa e qualidade de vida deles são drasticamente reduzidas.

Fonte: vídeo Dwarf Dog MikeyGus Will Melt Your Heart –

Beastly, YouTube

Conclusão

    Percebe-se, dessa forma, que além da relação homem-cachorro ser de longa data, esses caninos ainda têm grande impacto na sociedade moderna, em especial neste momento de isolamento social em que vivemos. Ademais, o tempo dirá se essa amizade será fortalecida ou acabará.

    "Você pode dizer qualquer coisa idiota a um cão, que ele vai olhar pra ti e dizer: 'Meu Deus, você está certo! Eu nunca teria pensado nisso!'" (Dave Barry)





terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Documentário - "Sertão velho cerrado"

Petiana: Thais Teixeira Guimarães

Você realmente conhece o Cerrado?

O PET Bio - UFV se reuniu no último sábado, 05 de dezembro de 2020 para discutir sobre o documentário Ser Tão Velho Cerrado. Diante disso, foram levantadas diversas pautas acerca do documentário, expondo os diferentes pontos de vista dos petianos e da tutora.

Lançado em 2018, mas que infelizmente ainda aborda uma pauta muito atual, ele é um documentário dirigido por André D'Elia. Disponível na plataforma Netflix, a obra retrata a devastação do Cerrado, um dos principais biomas do Brasil, com relatos de ambientalistas, cientistas e da população local em oposição aos depoimentos de ruralistas e mineradores.

O filme mostra a importância da biodiversidade e a luta pela preservação do local, especificamente a região da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Sendo esta travada em razão dos impactos da monocultura de soja, da exploração mineral, das queimadas e da instalação de usinas hidrelétricas.

O nome nos leva a formação do bioma, que data de cerca de 40 milhões de anos, segundo o filme. Atualmente, o Ser Tão Velho (o Cerrado), é considerado um hotspot, ou seja, uma área com uma grande biodiversidade e que está ameaçada de extinção.

O documentário mostra a visão dos povos locais do Quilombo Kalunga, como forma de criar uma linha temporal aos telespectadores, que conseguem observar como era a região antes e depois do agronegócio. Somando aos seus discursos, os atores Juliano Cazarré e Valéria Pontes apresentam observações que salientam a ganância, o egoísmo e a falta de respeito com o meio ambiente dos empresários, governantes e latifundiários.

Outro ponto abordado é a questão da água, devido ao tipo de relevo do local, ele possui inúmeras nascentes que distribuem água para todo o país. No Cerrado nascem diversos rios importantes, como o Rio São Francisco e o Rio Paraguai, além de abastecer também um dos maiores aquíferos do país, o Aquífero Guarani. Porém a região sofre com a instalação de usinas hidrelétricas, que causam um grande impacto à população local e à natureza.

Durante a discussão do grupo, vários pontos foram levantados, como a relevância desse Bioma e como ele ainda está sendo degradado. Além disso, uma pauta levantada foi a importância da Educação Ambiental nas escolas, pois descobrimos que no grupo alguns não sabiam que em Minas Gerais também encontramos parte do Cerrado e que ele também está sendo danificado. Ademais, discutimos como o documentário deu voz à população local, mostrando como seus conhecimentos também são importantes e como eles estão lutando para proteger a região.



domingo, 6 de dezembro de 2020

Informativo digital 2020/2

Petiana: Ana Clara Moreira Aguiar

    Os quilombolas estão no Brasil desde a época da escravidão, onde os escravos fugiam para o meio do mato e se juntavam em comunidades conhecidas como quilombos. Atualmente no Brasil existem 16 milhões de quilombolas que vivem em 6330 quilombos espalhados por 24 estados brasileiros.

    Um discurso que a gente tem visto nos anos recentes é o de que as comunidades quilombolas precisam ser integradas à sociedade brasileira. Por que esse discurso pode ser problemático?
  
    E nessa história de resistência as mulheres têm um papel superimportante que às vezes não é tão lembrado. O que significa ser uma mulher quilombola?

Se quiser saber mais sobre esse assunto, acesse o link abaixo.

https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2020/11/governo-brasileiro-e-o-que-mais-viola-os-direitos-dos-quilombolas.html 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Seminário: Desvendando um Serial Killer

Petiana: Ana Clara Moreira Aguiar 

     Quem são os assassinos em série? Serial killers são indivíduos que cometem uma série de homicídios durante algum período de tempo, com pelo menos alguns dias de intervalo entre eles. O espaço de tempo entre um crime e outro os diferencia dos assassinos de massa, indivíduos que matam várias pessoas em questão de horas.



    Existem quatro tipos de serial killers: 

VISIONÁRIO: é um indivíduo completamente insano, psicótico. Ouve vozes dentro de sua cabeça. Pode também sofrer alucinações ou ter visões. 

MISSIONÁRIO: socialmente não demonstra ser um psicótico, mas internamente tem a necessidade de “livrar” o mundo do que julga imoral ou indigno. Este tipo escolhe um certo grupo para matar.

EMOTIVOS: matam por pura diversão. Dos quatro tipos estabelecidos, é o que realmente tem prazer em matar.

LIBERTINOS: são os assassinos sexuais. Seu prazer será diretamente proporcional ao sofrimento da vítima sob tortura e a ação de torturar lhe traz prazer sexual.

Historicamente, vários cientistas têm trabalhos publicados sobre a relação entre crime e biologia. Apesar do grande número de estudiosos, não existe nenhuma evidência cientifica que apoie a teoria do “gene criminoso”. 

    Tradicionalmente, o comportamento psicopata é consequência de fatores familiares ou sociológicos, mas alguns pesquisadores encontraram diferenças cerebrais entre psicopatas e pessoas normais.

    O que é o “gene criminoso” ou “gene guerreiro”? A ‘monoamina oxidase A’ é uma enzima que decompõe importantes neurotransmissores no cérebro, como dopamina, noraepinefrina e serotomina. A enzima é regulada pelo gene da monoamina oxidase A (MAOA). As pessoas que possuem altos níveis do gene MAOA (MAOA-H), produzem mais enzimas, já aqueles que possuem menores níveis do gene (MAOA-L), produzem menos enzimas. A maioria dos estudos até agora têm mostrado uma correlação entre baixos níveis do gene e a agressividade.





    O Dr. Christopher Patrick, num artigo de 1995, alega que psicopatas têm menor taxa de mudanças cardíacas e de condução elétrica na pele, como reação ao medo. A pesquisa feita mostrou para um grupo de prisioneiros slides agradáveis, neutros e desagradáveis. No experimento, os prisioneiros psicopatas mostraram uma deficiência na sua capacidade de sentir medo, não demonstrando diferentes emoções entre os variados tipos de imagens.

    O Dr. Robert Hare, Psicólogo da University of British Columbia, completou um estudo sobre como as ondas cerebrais monitoradas de psicopatas reagiam a linguagem verbal, medindo as mudanças que ocorriam em seu cérebro quando ouviam palavras como câncer, morte, mesa ou cadeira. Para as pessoas saudáveis, as ondas cerebrais têm sua atividade modificada rapidamente, dependendo da palavra ouvida. Para os psicopatas, nenhuma atividade cerebral especial foi registrada, ou seja, todas as palavras são neutras para essas pessoas.

    Outros estudos do cérebro sugerem que crianças psicopatas fazem certas conexões cerebrais mais vagarosamente que outras, mostram menos medo à punição e parecem ter a necessidade de “excitar” seu sistema nervoso, sentindo fortes emoções e necessitando de vibrações constantes.




    O neurocientista Adrian Raine, professor da Universidade da Pensilvânia, trabalhou quatro anos em prisões de segurança máxima. Entrevistou e analisou, por meio de exames de imagens do cérebro, 41 assassinos e serial killers. Seus estudos confirmaram que alterações e lesões em estruturas cerebrais, como lobo frontal, córtex pré-frontal e amígdala, afetam as emoções e mudam o comportamento.

    Neurocientistas enfatizam que só os fatores genéticos ou as alterações cerebrais não determinam atos anti-sociais. É um conjunto de fatores que forma o quebra-cabeça da violência. Condições sociais, complicações no parto, rejeição materna, abuso na infância, mau tratos são algumas das peças.

    A minoria dos serial killers é da raça negra. Isso se deve ao fato de que, mesmo nos lares onde sofreram com mães abusivas, são resgatados por alguma figura feminina amável, especialmente as avós. É um comportamento natural na cultura negra.

    Mulheres, quando sofrem os mesmos tipos de abuso ou negligência que os homens na infância, tendem a internalizar seus sentimentos. Elas acabam tendo comportamentos autodestrutivos, como alcoolismo, drogas, prostituição ou suicídio. Não é frequente se tornarem agressivas ou predatórias.

    Serial killers tem aparência estranha? Infelizmente, serial killers não têm horríveis cicatrizes, desfigurações ou quaisquer outros sinais físicos que os diferenciem do resto de nós. São pessoas comuns, que têm emprego e podem ser bastante charmosas e extremamente educadas. Todas as milhares de vítimas que caíram em suas armadilhas tinham quociente de inteligência normal, e certamente não achavam que estavam se colocando em situações de risco.

    Serial killers tem a mesma motivação? Todos os seres humanos têm seu comportamento influenciado por causas biológicas, psicológicas e sociais. 

    Alguns serial killers são motivados por seu ódio às mulheres, desejo de controle, dominação, humilhação ou por ving:anças reais e/ou imaginárias. Dadas às diferenças biológicas e de desenvolvimento existentes entre os vários serial killers conhecidos, seria ingenuidade acreditar que eles teriam os mesmos motivos para agir deste ou daquele modo.

    Nos EUA se estima que existem entre 35 (número conservador dado pelo FBI) a 500 (número absurdo) serial killers operando no momento. É também neste país que se encontram 75% dos serial killers conhecidos no mundo.

Os países onde existe maior número de serial killers conhecidos são:

1º EUA

2º Grã-Bretanha

3º Alemanha

4º França


Outras estatísticas curiosas: 

— 84% dos serial killers são caucasianos.

— 93% dos serial killers são homens.

— 65% das vítimas são mulheres.

— 89% das vítimas são caucasianas.

— 90% dos serial killers têm idade entre 18 e 39 anos.



    Perfil criminal – arma importante na investigação: O perfil criminal é só uma ferramenta investigativa disponível para ajudar a solucionar um crime. Isso nos indica um tipo de criminoso, talvez rascunhe seu histórico psicológico, possivelmente sua aparência física, tipo de profissão, possível local de residência ou estado civil, entre outras coisas. Essas conclusões serão baseadas na cena do crime, na reconstrução do comportamento do assassino e na análise desse comportamento no contexto do crime. Com esses dados, o número de suspeitos a serem investigados diminui sensivelmente.

    Perfil criminal – não é magia, é ciência: Brent Turvey, cientista forense, desenvolveu um método conhecido como “Behavioural Evidence Analysis” (BEA)*. Baseia-se nas evidências físicas de um crime específico, e as conclusões sobre o suspeito advêm do exame da cena do crime e da análise de seu comportamento.

    Esse método é fortemente baseado em ciência forense, consequência da formação de seu criador, e depende da análise científica acurada das provas para a interpretação dos fatos que envolvem o caso. *Análise das Evidências de Comportamento.

    Jack, o estripador: Jack, O Estripador, é o pai dos modernos serial killers. Ele aterrorizou as ruas de Londres no fim do século XIX, mais precisamente em 1888, quando assassinou brutalmente pelo menos sete mulheres, todas prostitutas.

    Até hoje, ninguém sabe a identidade de Jack. Como seus seguidores, tinha prazer em zombar da polícia e enviar cartas aos jornais gabando-se de seus feitos.

    Era canibal e arrancou os órgãos internos de quatro de suas vítimas. Chegou a mandar numa carta um pedaço do rim de uma delas, quando as autoridades duvidaram da autenticidade de suas correspondências.

Alguns serial killers:


Referências:

BBC. Cientistas descobrem genes associados à violência. Disponível em:https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/10/141028_cientistas_genes_violencia_rm. Acesso em: 13 ago. 2020.


CASOY, Ilana. Serial Killer: Louco ou cruel?. 6. ed. São Paulo: WVC, 2004. p. 9-394.


CORREIO BRAZILIENSE. Componente do mal: propensão para o crime pode ser genética, aponta estudo. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e saude/2014/12/07/interna_ciencia_saude,460960/componente-do-mal-propensao-para-o-crime-pode-ser-genetica-aponta-estudo.shtml. Acesso em: 13 ago. 2020.


GLOBO.COM. A biologia da maldade: estudos identificam alteração no cérebro de serial killers. Disponível em:  https://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/a-biologia-da-maldade-estudos-identificam-alteracao-no-cerebro-de-serial-killers-519664.html. Acesso em: 12 ago. 2020.